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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Japa Navi - Tsukuba, Prefeitura de Ibaraki

Estou escrevendo: Em casa

Quarta-feira a noite (quinta de manhã no horário japonês), é dia de Japa Navi, como uma das atrações do programa Asaichi (Morning Market). Tema de hoje, a cidade de Tsukuba, na Prefeitura (província) de Ibaraki. A cidade do Futuro e das Universidades e Instituições de Pesquisa. O programa começou dizendo que, andando pelas ruas, muito provavelmente você irá encontrar um Doutor (no sentido de pesquisador com Doutorado). Na cidade, há mais de 300 instituições de pesquisa, e 1 em cada 35 habitantes, possui a qualificação. É considerada uma Cidade Universitaria e de Pesquisa.

No Japão, há os Jyuku, que são cursinhos, mas não preparatórios para o vestibular (estes seriam os Yobikou). Cursinhos voltados para o reforço escolar, sendo que a idéia é a de que no futuro, obviamente faça diferença inclusive nos processos de seleção de ingresso na faculdade. Mas uma característica da cidade é que possui a "Passagem dos Jyuku" (tradução livre, como outros termos deste texto), em que não apenas concentra os cursinhos da cidade, como possui alguns temáticos, que trabalham Ciências, com diversos experimentos de laboratório. Aliás, coincidência assistir isso bem no dia em que assisti também ao filme O Espetacular Homem-Aranha, já que alguns dos principais personagens vivem num ambiente parecido com Tsukuba, se for pensar. A propósito, a primeira vez que ouvi falar na cidade de Tsukuba, foi ao assistir a um capítulo de "O Fantástico Jaspion", cujo tema de fundo era a Expo Tsukuba de 1985, e ciencistas renomados e garotos prodígios da ciência eram raptados e transformados em seres "irracionais" (sic), e começavam a destruir as instituições. Voltando ao assunto, também mostrou um parque em que atua uma Associação de "soltar aviõezinhos de papel", sendo que eles pesquisam detalhadamente, como os aviõezinhos podem voar mais.

De resto, o programa mostrou muitas comidas. Uma casa de lamen (macarrão chinês adaptado a moda japonesa) em que o dono foi pesquisador, e produziu um lamen sem produtos quimicos, e com qualidades diferentes, para tornar o prato mais saboroso. Outro destaque foi a casa de Yaki-imo, batata doce a moda japonesa, muito consumida por lá, mas geralmente vendida em carrinhos pelas ruas, de uma forma parecida como se vende pamonhas no Brasil. É utilizada uma espécie de batata chamada HimeAyaka, ideal para consumir desta forma, alias, desenvolvida especialmente para este fim.

Mas a gastronomia da cidade de Tsukuba tem como seu principal representante, o pão. Tanto que a cidade tem apelidos como "Pan-derful (Wonderful) City" ou "Cidade dos Pães". Pensando agora, não lembro de ter um pão típico, mas foi citado que há mais de 40 padarias, de diversos tipos, alguns temáticos, em que o atendente faz animais da preferencia do cliente, usando pães.

Acabou o tempo...

Monstro Gamadoraz (Gamagoraz, no original), que atacou Tsukuba durante a Expo de 1985, no seriado do Jaspion.

sábado, 7 de julho de 2012

Kohii na Liberdade

Estou escrevendo: em casa

Na quinta feira, fui a cafeteria Kohii, na Liberdade, acredito que pela primeira vez no ano (A loja, salvo engano, abriu ano passado). Uma loja diferente, que mistura num ambiente, galeria de exposições, artesanatos e uma livraria, além do café. Frequentemente são realizados eventos no local. Para chegar lá, a forma mais fácil é descer na estação Liberdade do metrô, descer a Rua dos Estudantes e virar a Rua da Glória para a direita, até chegar ao número 326. A casa fica no subsolo. Ao descer a escada, um grande salão. Na região da entrada, a exposição. Mais ao fundo, o café. É possível assistir televisão no ambiente, além de utilizar wi-fi. Algo que não era possível na última vez que havia ido.
No ano passado, pedi um moti com queijo. Moti é um bolinho da sorte, feito de arroz, consistente e que "estica'. É um moti frito (?) com parmesão. Sabor interessante. Mas neste ano, há uma novidade, o GoHanGo - samurai snacks, que para quem conhece, trata-se de onigiri. Onigiri, no caso, comida muito consumida pelos japoneses como lanche (no sentido de levar para outros lugares), é o bolinho feito pressionando arroz japones, e enrolando com alga nori. É muito comum rechear com umeboshi (conserva de ameixa japonesa), salmão desfiado, etc. Faz muito sucesso em lojas de conveniência. De fato, os samurais comiam onigiri, em formas mais simples, mas essa associação chega a ser inusitada, pois os camponeses também consumiam o bolinho. No caso, há 10 opções de recheio nesta loja. Esperimentei o shogayaki, que é lombo suíno com gengibre. É gostoso, mas achei que tinha muito arroz e pouco recheio. Chega quentinho. Custa em média R$ 6. É bom pra comer um, mas por este preço, complementaria a refeição com outras opções do cardápio.
Como outras opções, há tortas, sanduíches, gratinados, e massas, com destaque ao nhoque. Mas o que me chamou atenção desta vez, foi o sorvete de shisô, que vem com fatias de goiabada. Shisô é uma folha muito consumida no Japão como tempero, em saladas, ou mesmo para enrolar onigiri. Tem um gosto peculiar. Segundo o wikipedia, em português, se chama Perilla. R$ 15 para uma taça deste sorvete. A primeira colherada foi bem estranha, mas após acostumar o paladar, fica muito bom, principalmente associando com a goiabada. Porém, segundo minha amiga que estava presente e também provou, tem "gosto de folha". Também vem uma folha de shisô, cristalizada, e que derrete na boca. Surpreendente. Quem preferir o já manjado sorvete de chá verde, pode optar por este.
Há opção de almoço e fecha às segundas.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Gretel no Kamado (NHK) - Sata Andagi

Estou escrevendo: em casa

Mais uma vez, um post sobre o programa Gretel no Kamado, que fala sobre sweets (doces) do mundo todo. O tema de hoje é o Sata Andagi (サーターアンダギー), doce de Okinawa, no Japão. O nome, em dialeto local, significa: Sata = açúcar, Anda = óleo, Agi = fritar. É um bolinho feito de acúcar, ovos, farinha e demais ingredientes, que também é comparado a donuts, ou conhecido como "tempurá de açúcar". O doce ficou muito famoso no Japão após aparecer na novela "Tyurasan"(ちゅらさん), no início dos anos 2000. A personagem principal entregava os bolinhos para as pessoas que ela ia conhecendo em Toquio (?), na primeira vez que saiu de sua terra natal.
Este bolinho é conhecido como um bolinho da sorte, pois durante o processo de fritura, vai se "rolando" sozinho, e forma uma rachadura, comparada a um sorriso. Um Sata Andagi bem feito estará "sorrindo". Pode ser encontrado facilmente nas lojas na cidade de Naha (Capital de Okinawa), mas cada família tem o seu toque especial, o "gostinho da mamãe", ou "gostinho da obáa (vó)".
É utilizado também nas comemorações de casamento, pois como escrito anteriormente, é um bolinho da sorte. O Sata Andagi representa a mulher, enquanto um outro doce, o Kataharambu カタハランブー (com ingredientes bem parecidos, porém sem açúcar) representa o homem. Acompanha um terceiro doce, o Matikaji マチカジ, que tem a forma de um anel vermelho.
O programa também mostrou outros tipos de doces, como o Po-po ポーポー, que a vendedora entrevistada compara como se fosse um crepe. De fato, é uma panquequinha, que vem com uma variação local de misso (massa de soja) como recheio. Também mostrou o Buku-buku-tyá ぶくぶく茶, um chá também tradicional, que vem com espuma.
Como não poderia deixar de ser, também foram apresentadas algumas palavras do dialeto local. Maasan マーサン= gostoso, Gatimayaa ガチマヤー = guloso, e Tei Anda てぃあんだ. Anda, como colocado acima, significa óleo, e Tei significa mão. Tei Anda = óleo da mão. Significa que os alimentos (não apenas o Sata Andagi) são feitos com o "óleo da mão", ou seja, com carinho.

O programa da semana que vem será Mizu Youkan, outro doce japonês. Caso eu assista ao programa, provavelmente também será abordado aqui.

Sata Andagi. Foto retirada do site da NHK.

sábado, 23 de junho de 2012

Possível roteiro em Rosario, Argentina.

Estou escrevendo - no hotel Plaza del Sol (Calle San Juan)

Cá estou eu pela terceira vez na vida em Rosário, na província de Santa Fé, para participar de um evento ligado ao bicentenário da bandeira argentina. Esta foi criada no mês de fevereiro de 1812, mas o dia da bandeira é comemorado no dia 20 de junho. Rosário é a terceira maior cidade da Argentina, sendo maior que a própria capital da província (cidade de Santa Fé). Fica atrás de Buenos Aires (Distrito Capital) e Córdoba. Rosário é um dos meus destinos preferidos. Descrevendo inicialmente o hotel, Plaza del Sol. É um dos meus hotéis preferidos. Quarto espaçoso, banheiro e banho em ambientes diferentes, banheira com hidromassagem, escrivaninha business, e como estruturas extra-quarto, uma sala de ginástica meia-boca, e uma pileta (piscina) aquecida. O café da manhã é o continental basicão, com pouca variedade. Porém, pra mim, basta ter medialuna (croissant) e dulce de leche, que considerarei um desayuno (café da manhã) satisfatório em solo argentino. Desta vez, estou aqui com amigos de Joaçaba-SC e Salvador. Quase como um guia, pois conheço razoavelmente os pontos turísticos da cidade. O nosso hotel se localiza no centro. Numa breve caminhada matinal, encontramos uma jugueteria (loja de brinquedos) e encontrei um jogo de tabuleiro, cujo tema é terapia psicologica - psicanalítica. Nada mais argentino. (comprei o jogo posteriormente). No nosso passeio propriamente dito, fomos a Calle San Martin para a casa de câmbio, e logo em seguida já caímos na Avenida Cordoba, calçadão pedestre e comercial. Caminhando toda ela rumo ao norte, chegamos a Praça XXV de Maio, rodeado pelos prédios Bola de Nieve (o mais alto da região até então), Catedral, e Palácio Municipal. Andando mais adiante, o Monumento a La Bandera, o principal orgulho da cidade, em que o próprio monumento se transforma numa bandeira, a noite, devido aos efeitos de iluminação. Há uma exposição de bandeiras, inclusive a primeira bandeira argentina. Também é possível subir no monumento para uma vista panorâmica da cidade. O Monumento constitui de três partes, uma parte como a popa de um navio (de certa forma lembra a torre de Belém, de Lisboa), a torre em si, e uma parte de inspiração grega. Com o Rio Parana nas proximidades. Parece pouco, mas foi um passeio que rendeu bem. Almoçamos, pois a tarde participamos do evento, no Palacio Municipal. Aqui, nunca havia entrado. Nem sei se é acessível num dia comum. Falando em atividade inédita, uma das minhas pendências ainda é passear de barco pelo Rio Paraná. Quem sabe amanhã?. Rosário ainda reserva muitas possibilidades de passeio como o Teatro El Circulo, Plaza Independencia, Avenida Pellegrini, praias do norte, etc etc, mas...

...acabou o tempo.


Monumento de la Bandera


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Gretel no Kamado (NHK) - Victoria Sandwich Cake

Estou escrevendo em - Aeroporto Salgado Filho (POA)

Pelo segundo dia consecutivo, escrevo sobre um programa da TV pública japonesa, NHK. Aliás, esta será uma tendencia de quando não estou viajando. Em tempo, como estou no notebook, estou sem os acentos corretos, mas espero corrigir depois. No almoço das quintas-feiras, no horário brasileiro, passa um dos meus programas preferidos, o Gretel no Kamado (Fogão a lenha de Gretel). O programa faz alusão ao Hansel & Gretel, que no Brasil é conhecido como Joaozinho e Maria, ou A Casa de Doces. A personagem principal do programa é ''a'' Fogão a lenha que ''matou'' a bruxa no conto original, que interage com o descendente de Hansel (que é japonês), e a cada capítulo, conta histórias sobre doces do mundo todo, mostrando as respectivas receitas, que podem ser visualizadas no site do programa, em japonês, obviamente. Nos capítulos anteriores, já teve, panquecas da mamãe Moomin (famoso personagem de tiras em quadrinhos na Finlândia), Chocochip cookie do Snoopy (emocionante!!) e Cup Cake de Nova Iorque, que aparece no seriado Sex and The City (este não assisti). Nesta semana, na onda do Jubileu de Diamante da Rainha Elisabeth, o doce abordado foi o Victoria Sandwich Cake, da Rainha Victoria, que chegou a 64 anos de reinado. É um bolo simples, mas tradicional em Londres, mas eu não o conhecia. O bolo é constituido de duas partes, cada uma feita em forma especial, e é montado com geleia como recheio. Polvilha-se açúcar por cima, como se fosse um véu de noiva. Diz a lenda que, após se tornar viúva do Principe (Rei) Albert, uma das fontes de ânimo dela foi exatamente este bolo.
No caso do Chocochip cookie do Snoopy, de semanas atrás, mostrou a vida de Schultz, autor da tira, de como os personagens foram mudando conforme os acontecimentos em sua vida, como participação na guerra, relacionamento com a família, etc. Schultz, como seu princípio, decidiu que jamais iria deixar de publicar a tira enquanto estivesse vivo. Tanto que antes de sofrer uma cirurgia, desenhou antecipadamente várias tiras. Posteriormente, nos últimos anos de sua vida, também deixou várias tiras prontas antecipadamente, e ele faleceu exatamente no dia seguinte, após a publicação da última tira, de despedida. Conhecia os Peanuts apenas pelo desenho que passava na SBT, mas depois deste capítulo, fiquei com vontade de ler as tiras, publicadas em Pocket, no Brasil.
No próximo capitulo, o doce será o Sata Andagi, um doce de Okinawa. Não sei se terei tempo de assistir.

Acabou o tempo
Retirado do Site da NHK - http://www.nhk.or.jp/kamado/story/index36.html

Japa Navi - Matsuyama, Prefeitura (Província) de Ehime

Estou escrevendo: em casa

Quarta-feira (quinta-feira de manhã, no horário japonês) é dia da seção Japa-Navi (Japan Navigation), no Programa Asaichi (tradução: morning market) da NHK. Tema de hoje: Matsuyama, Ehime. Cidade conhecida pelas águas termais, literatura, haiku (forma de poesia escrita em três linhas, com 5, 7 e 5 letras, respectivamente), Castelo de Matsuyama, e principalmente, cítricos. O programa começou apresentando o Yakyuuken, dança típica do local, que mistura o tema de base-ball, com janken (pedra, papel e tesoura). Popularmente, o Yakyuken é conhecido como um strip-game, em que quem perde, tira a roupa. Mas quem inventou isso foi um famoso comediante japones (Konto 55gou), e ele até foi pedir desculpas num evento local, por desvirtuar uma dança tradicional. Em seguida, mostrou o Haiku Café, e a Ilha Kashima, este, um dos date-spots de Matsuyama. Foi citado também sobre os Tanuki (sempre esqueço qual a diferença entre texugo, guaxinim e quati, para traduzir este bicho. Não vou conferir agora, pois tenho apenas mais 10m25s) e suas lendas, em que ou pode trazer sorte, ou pode enganar as pessoas. A cidade também possui uma casa lotérica, com alta chance de sair um bilhete premiado, talvez graças aos Tanuki, O ponto alto do programa foi o Night Tour do Castelo de Matsuyama, um dos maiores cartões postais da cidade. Este Night Tour só ocorre em determinadas épocas do ano, em agosto e outubro. Mas realizaram um Night Tour especial para este programa. O tour consta em passear pelo castelo a noite, com uma lanterna (imagino que seja eletrica, imitando o modelo tradicional, de fogo), e descalço. O tour trabalha os cinco sentidos durante a volta no castelo, e há alguns aspectos que lembram uma casa mal assombrada, ainda que não haja esta intenção. E no final, no topo do castelo, uma bela visão noturna de Matsuyama. Mas o que mais que chamou atenção foi exatamente o Haiku Café. Este foi criado no final do ano passado, na parceria do dono do estabelecimento e uma escritora de Haiku. O Haiku tem temas divididos por cada estação dos anos, os "kigo". E existem muitos doces (sweets) que são kigo (temas sazonais, de Haiku). Então, para cada doce que você consome no estabelecimento, voce recebe um cartão com um Haiku. O conjunto do doce com uma bebida custa 819 ienes, pois Ha - I - Ku. Ha é Ha de Hati (oito); I de Ichi (um) e Ku de Kyu (nove). Bom, não dá pra explicar agora, mas no Japão há esta forma de transformar palavras em códigos numéricos. O tamanho do Tokyo Sky Tree, maior torre do mundo, inaurugado recentemente em Tóquio, também tem 634 metros, pois 634 é codificação de Musashi, localização daquela prefeitura. Há uma forma de decorar até 25 casas do pi (3,14159...) com este método. Por fim, mostraram também um biscoito da sorte chinês, daqueles que a gente ganha ao fazer pedido no China In Box. Porém, o bilhete vem com um Haiku contando sua sorte na...

Tempo esgotado.

Poster do "biscoito da sorte" que achei na net. Não é o Haiku Sweet de 819 ienes.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Viagem improvisada para Novo Hamburgo

Estou escrevendo: em casa.

Tenho um pouco mais de 100 trechos de vôo na minha vida, somando viagens profissionais, acadêmicos e passeio. Porém, na semana passada, pela primeira vez viajei sem um período de planejamento. Uma viagem improvisada. Na segunda-feira a noite, marquei uma reunião para o dia seguinte em Novo Hamburgo-RS. Imediatamente comprei a passagem pela Avianca e em menos de 12 horas, já estava no aeroporto esperando o vôo. Também foi a primeira vez que voei pela Avianca. Considerando lowfare (é lowfare?) achei o serviço muito bom, com sanduíche quente como serviço de bordo. Embarque no terminal 1 de GRU (Guarulhos), sem precisar ir pro puxadinho (Terminal 4), como no caso da Webjet. E mesmo no retorno, em POA (Salgado Filho), o embarque é feito no Terminal 1 de lá. Mas uma coisa que me chamou a atenção foi a grande quantidade de estrangeiros. Muita gente falando inglês, e os comissários com dificuldade em responder. Até fiquei com vontade de atravessar e responder antes do comissário, mas no meu caso, não sabia a resposta, de que horas chegaríamos ao destino. No caso, era mesmo o que eu pensava. "One hour and a half" de vôo. E olha que a comissária ainda respondeu errado: Uma hora!! Chegando em POA, antes de pegar a Trensurb (trem) para Novo Hamburgo, dei uma volta dentro do aeroporto. a Loja da Lugano, de chocolates de Gramado passou por uma reforma e agora tem uma mini-cafeteria na entrada. E a loja está bem mas iluminada, Gostei. Depois, fui pegar o Trensurb. Com R$ 1,70, era possível ir do Aeroporto até a cidade de Novo Hamburgo. No ano passado, quando fui pra Porto Alegre, o ponto final ainda era São Leopoldo, também na região metropolitana, mas parece que as três novas estações foram inauguradas recentemente (não tem nem dois meses segundo o taxista), sendo uma ainda em São Leopoldo, e duas em Novo Hamburgo, mas ainda longe do Centro. da última estação da Trensurb, ainda tive que pegar ônibus pagando R$ 3,00. Este custo não será necessário, depois que as últimas estações do metrô ficarem prontas. Bom, nem deu pra passear em Novo Hamburgo direito. Só business mesmo. Nem para fazer compras de calçados, nem caminhar por Hamburgo Velho. Pelo menos o hotel tinha tudo que eu precisava. Novo Hamburgo Business Hotel. Tinha uma sala de ginástica, que na verdade, só tinha esteira e uns pesos de mão. Perfeito. Não perdi o exercício do dia, apesar da viagem não programada. Além disso, no jantar, um buffet de sopa, com 10 opções, bem próximo ao hotel. Sopas: capeletti (tradicional), verde, alemão (lentilha), legumes, miúdos, húngara (apimentada), feijão, massa, esqueci uma, e pra finalizar, sopa de chocolate. E ainda tinha...

Acabou o tempo.